Acredito

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Acredito

Acredito que existem amores saudáveis e amores prejudiciais. Amor saudável é aquele que une, junta, agrega. Amor prejudicial é aquele maluco, possessivo, que separa, que isola. É muito ruim quando seus amigos ou família não gostam da pessoa que você escolheu para viver junto. Amar é querer reunir todo mundo que mora no seu coração. Ainda bem que eu consegui. E consigo todo dia.

((Clarissa Corrêa))

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Não gosto

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Não gosto

Não gosto de quem culpa os outros pelas infelicidades do dia-a-dia. Precisamos ter responsabilidade e maturidade para tomar as rédeas de todas as situações. Isso inclui arcar com as consequências dos nossos atos. Não dá para esquecer que todas as nossas escolhas mudam o rumo das nossas vidas.

((Clarissa Corrêa))

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Não dá pra ficar lamentando o que passou. O que já foi, já foi. Deixa pra lá, deixa pra trás, deixa que o vento leva. O jeito é seguir a vida e tentar não repetir as mesmas mancadas. E tentar fazer tudo do melhor jeito. Sem dramas, sem cobranças, sem lamúrias.

(( Clarissa Corrêa)))

Eu quero Alguém

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Eu quero Alguém

Quero alguém que fale pouco
mas com o seu silêncio possa dizer muito.
Quero alguém que não me faça promessas
mas com pequenos gestos demonstre o seu amor.

Não quero alguém que enxugue as minhas lágrimas
mas, sim, alguém que não me faça chorar.
Não quero alguém que me faça cobranças
mas alguém que me compreenda.

Não quero alguém que aponte os meus defeitos
mas alguém que tenha a sensibilidade
de enxergar as minhas qualidades.
Não quero alguém que faça criticas
mas alguém que me aceite do jeito que sou.

Não quero alguém vazio, superficial e
que viva de aparências
e que faça promessas que não serão realizadas.
Não quero alguém que viva de fantasias.

Só quero alguém que me ame…
E se deixe ser amado!
Só quero alguém que goste
de viver a vida de forma simples,
recheada com muito amor e carinho e,
acima de tudo, com muita sinceridade e respeito.
Quero alguém que, assim como eu,
acredite no amor verdadeiro!
(Ana Amélia Donádio )

Devagarinho

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Devagarinho

O amor desbasta o ego. Enxuga excessos. Delata as mínguas. Transforma as mágoas. Destrona arrogâncias e idealizações. Desmancha certezas e tece oportunidades. Bagunça a autoimagem todinha, piedade zero, culpa nenhuma. O amor percorre territórios devastados da alma com a calma necessária para reflorestar um a um. Dissolve neblinas. Revela o sol. Destece máscaras. Reinaugura a humildade. Faz ventar. Faz chorar. Faz sorrir. Faz tempestade um monte de vezes pra dizer também céu azul um monte de vezes depois.

O amor nos ensina a simplificar perdões porque nos humaniza e nos lembra o quanto precisamos ser igualmente perdoados por tantas coisas, tanta gente, a começar por nós mesmos. Ele dispensa julgamentos porque abraça virtudes e limitações. Ele nos aproxima do nosso tamanho. Ele nos recorda quem somos. O amor nos revista, inteiros, pra retirar relógios, roteiros, estratégias, controles, defesas, não raro, escondidíssimos. Diz nas sutilezas. Diz belezas incríveis que conseguimos ouvir, por mais surdo e cético que o nosso coração tenha se tornado ao longo do caminho, com todas as perdas de que também foi feito, todas as frustrações.

O amor nos molda a cada movimento para a liberdade de acolher o imprevisível, o inimaginável, o inevitável, o aprazível. Para querer ser e querer sinceramente que os outros também sejam. O amor nos salva do costume de aceitar o mínimo que a vida pode nos oferecer quando ela quer nos ofertar o bastante. Ele nos torna mais sensíveis à alegria e à dor de toda gente, inclusive, principalmente, às nossas. Faz com que a gente se sinta parte da família humana. Conta que aquilo que procuramos, amiúde, num mundaréu de lugares, esteve o tempo todo, primeiro disponível, onde raramente buscamos. Reinventa-nos para nos tornar mais parecidos com nós mesmos, o máximo possível a cada instante. Dia após dia da nossa prática. Com medo e tudo. Com propósito e também com carinho. Devagarinho.

((Ana Jácomo))